O que me chama a atenção não é nem a truculência da coisa em si, porque né, isso qualquer um enxerga. Mas são os detalhes.
Tipo a mãe da menina assassinada, que não via a filha há 5 anos porque a religião dela não admitia aquele tipo de liberdade que a filha tinha (oi?!), e que apareceu agora dizendo que vai brigar pela guarda no neto. Não, ela não disse que quer encontrar a filha com vida, nem quer que a justiça seja feita, nem que o tal Bruno pague pelo que fez. Ela quer a guarda (e a pensão que vem junto).
E e o pai da menina assassinada que responde a processo por estupro de uma menor. E tá com a guarda da criança temporariamente.
O inconsciente não busca algo muito diferente.
Só pra avisar
Há 11 anos






















